terça-feira, 24 de abril de 2012

O poder das redes sociais nas atividades comerciais e institucionais

Facebook, Twitter, Messenger, Orkut, Linkedin, Hi5… É grande a lista das redes de relações virtuais que influenciam, direta ou indiretamente, muitas das atividades, decisões e, até mesmo, comportamentos daqueles que as utilizam.
Em definição, uma rede social on-line é uma página web em que se pode publicar um perfil público de si mesmo – com fotos e dados pessoais – e montar uma lista de amigos que também integram o mesmo site. Como em uma praça, um clube ou um bar, esse é o espaço no qual as pessoas trocam informações sobre as novidades cotidianas, mostram fotos, comentam vídeos, compartilham músicas e até descobrem novas oportunidades de trabalho. Tudo como as relações sociais devem ser, embora da forma impessoal e instantânea permitida por estas novas tecnologias.
Por sua vez, ao permitirem uma maior intensidade de relacionamentos, onde seus utilizadores operam como protagonistas ou expectadores das notícias veiculadas, seu avanço acaba por despertar uma série de interesses que atingem tanto as esferas comerciais quanto institucionais. Neste ponto, verifica-se que a freqüente atualização e monitoramento daquilo que se está a veicular sobre determinado produto, marca, profissional ou empresa, é hoje visto como um feedback da assimilação do mercado por parte da população. O conteúdo destas informações, publicadas pelos “internautas”, permite às empresas criarem estratégias de crescimento e novas oportunidades de atuação e desenvolvimento, estabelecendo diretrizes para sua popularização ou elitização através do viés do relacionamento interpessoal estabelecido nestas redes.
Potencializado pelo fácil acesso e pelas novas estratégias de vida do homem contemporâneo, a utilização das informações publicadas on-line estão diretamente relacionadas com o sucesso ou insucesso de produtos, marcas e empresas. Por isso, cada vez mais as diferentes instituições, sejam elas públicas ou privadas, se atentam no monitoramento das redes sociais visando seu desenvolvimento ou, não obstante, sua própria defesa, sob a pena de cair na “malha fina” do poderoso universo “World Wide Web”, de alcance global.

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