terça-feira, 12 de junho de 2012

P.P. versus R.P?

Publicidade e Propaganda são atividades da comunicação responsáveis por difundir publicamente ideias associadas a empresas, produtos ou serviços. Mesmo havendo a própria diferenciação entre ambas, por seu cunho mais ou menos comercial, na situação moderna da comunicação é impossível vê-las, qualquer que seja, como adversárias das Relações Públicas.
É fato que, tratando de marcas especificamente, tanto propaganda quanto publicidade tem tido hoje seu caráter institucional como maior estratégia. Empresas como Coca-Cola ou Heineken, por exemplo, utilizam-se demasiadamente de campanhas publicitárias com fortes fatores psicológicos com o intuito de aproximar-se da audiência, fortalecendo sua imagem, vendendo assim seu produto.
Uma campanha recente que ilustra bem esse ponto de vista é a do vídeo abaixo, do lançamento do canal de televisão TNT, na Bélgica, que aproximou o público de sua identidade, atingindo o objetivo de gerar visibilidade, conquistando novas audiências no país onde estava estreando e no resto do mundo, pois foi recorde de visibilização em Abril, mês em que foi lançado!


Após assistí-lo, cabe refletir: num cenário em que a palavra de ordem é convergência, não é possível que as diversas áreas da comunicação (e o marketing!) não converjam também, trabalhando, se não juntas, como complemento umas das outras. Você divide este ponto de vista?


Contribuíram a esta postagem Karina e Monique.

sábado, 9 de junho de 2012




                                Mobilidade digital e o sistema educacional
A internet não possui mais barreiras no que diz respeito a conectividade e capilaridade, pois através dos dispositivos móveis como smartphones, tablets,palmtops,netbooks e notebooks em conjunto com as multiredes como Wi-Fi e wireless, em qualquer lugar é possível estar conectado com a rede , as ferramentas e tudo que é oferecido neste campo digital.
A mobilidade e a internet tiraram das salas de aula a concentração do saber e a colocou ao alcance de todos, atualmente qualquer tema pode ser pesquisado e aprendido através de vídeos e tutoriais na internet. Todo tempo lemos telas como TV, celulares, ipads,notebooks, sendo bombardeados por informações.
Porque não utilizar essas ferramentas como ponto útil para o aprendizado nos institutos de ensino?Algumas escolas já estão aderindo a novidade, ofertando aos seus alunos conteúdo digital e o uso de dispositivos móveis em sala de aula, tornando-as mais dinâmica, interativa e com maior grau de aprendizado e memorização de novos temas.
A nova geração nasceu na era tecnológica e possui esses dispositivos e ferramentas como agentes facilitadores de seu cotidiano. Os professores se adaptarem a mobilidade digital seria o caminho para autonomia e construção do aprendizado para os alunos. São as novas alternativas que trarão uma educação de qualidade para o Brasil

terça-feira, 29 de maio de 2012

"Públicos Móveis"

Os dispositivos móveis digitais como celulares, smartphones, tablets, palmtops, laptops etc., se tornam mais populares a cada dia junto às multiredes (WI-FI, wireless etc.). Essa ubiquidade – que existe a partir do fato de que qualquer lugar pode se tornar um ponto de conexão – possibilita que uma organização estabeleça relações estratégicas com seus públicos de interesse.

A partir disso, diferentes ações de comunicação podem ser utilizadas pelo profissional de Relações Públicas no ambiente interno/externo das organizações. Um exemplo dessas ações pode ser encontrado na administração do relacionamento com o mercado: realizar ações de marketing por meio de anúncios de algum serviço ou produto por SMS. Assim, se uma pessoa tem um cadastro em uma loja em que está acostumada a comprar, essa loja pode enviar uma mensagem para seu celular um aviso sobre promoções, vencimento de faturas ou ainda votos de “Feliz Aniversário” para demonstrar sentimento de atenção com este cliente.


As também chamadas mídias locativas digitais obrigam que o Relações Públicas pense em estratégias para adequar seu trabalho à esses públicos que não estão apenas em um ambiente com aspectos específicos, isto é, estão sempre em movimento recebendo e/ou transmitindo diferentes informações.

12º Semana da Comunicação FIRB

A 12°Semana de Comunicação das Faculdades Integradas Rio Branco terminou na última sexta feira, 17 de maio, e contou com a participação de profissionais renomados nas áreas de comunicação social, que trouxeram cases e informações atualizadas sobre o mercado de trabalho, profissões e experiências. Este evento é de grande valor para os estudantes da instituição, pois estimula o aprendizado, proporciona uma visão mais próxima sobre o dia-a-dia da profissão e contribuiu com a integração dos alunos dos cursos de Relações Públicas, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Rádio e TV e Editoração. Além das palestras, que foram transmitidas simultaneamente na cantina e em salas preparadas para recepção dos discentes, a semana da comunicação transmitiu os melhores vídeos do minuto apresentados no lll Festicom e os alunos puderam observar à exposição dos trabalhos de fotografia, que acontecia na em paralelo as palestras. O evento foi organizado pelos próprios alunos da FIRB, que puderam colocar em prática conteúdos aprendido nas disciplinas de eventos, cerimonial e protocolo, oralidade e mídias digitais.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Dialeto: essa empresa falou o meu

Na última sexta-feira 17 de Maio de 2012 encerrou-se a 12º Semana da Comunicação das Faculdades Integradas Rio Branco. Dentre as palestras que estive presente nenhuma outra me despertou mais carisma do que a dessa última sexta-feira: o palestrante foi Renato Dutra e ele apresentou o trabalho da Dialeto Produções -  a única empresa do mundo especializada em documentários sobre a América Latina. Seus produtos são construídos a partir dos mais diversos temas latinoamericanos, como A Amazônia, Culturas Indígenas, Caiçaras das mais diversas praias, a Avenida Paulista etc; o time é composto por profissionais de todas as áreas da comunicação, pois a produtora objetiva a multilinguagem, ou seja, procura que seus trabalhos resultem em livros, CD’s de música, DVD – ROM’s e documentários para a televisão.

A apresentação do trabalho da Dialeto foi muito interessante e desencadeou a percepção da existência de comunicação em cada desafio da produtora. Essa percepção pode ser ampliada quando Renato abriu espaço para as perguntas dos alunos das FIRB ao final da palestra. Os alunos questionaram como a Produtora conseguia patrocínios e quais eram as estratégias para isso. O palestrante explicou que para conseguir patrocínios ele deve convencer a empresa a comprar suas idéias, seus projetos e sempre ter um segundo plano que possa colocar em cheque a relutância da empresa que será prospectada. Além disso, destacam para esses possíveis patrocinadores os incentivos fiscais que são dados às empresas que incentivam práticas culturais, como os dados através da Lei Rouanet de Incentivo a Cultura. Neste ponto podemos enxergar muitas técnicas de Relações Públicas, isto é, a persuasão, o planejamento estratégico, entendimento dos públicos, entre outras.
           
Os alunos também questionaram como a empresa alcançava seus públicos de interesse. Renato diz que seus produtos abrangem os mais diferentes possíveis e que, portanto, não existe uma característica específica que os definam. O fato de não ser algo conhecido por muitas pessoas, se deve também ao fato de que a Lei Rouanet de Incentivo á Cultura estabelece um número limitadíssimo de edições por trabalho e que podem ser liberados para venda. Logo, não se tornam produtos acessíveis a diferentes grupos de pessoas, e sim a uma pequena parcela mais intelectualizada - infelizmente.

Outras habilitações localizadas na respostas foram Editoração e Rádio e TV, já que os trabalhos devem ter qualidade técnica e uma apresentação de bom gosto para colaborar no processo de convencimento e prospecção dos colaboradores e apoios. O jornalismo é destacado quando fala-se sobre os textos dos livros de cada trabalho. A Publicidade aparece na hora em que os patrocinadores podem utilizar esses trabalhos como forma de divulgação; ainda mais nos dias de hoje, em que empresas com seu lado social alimentado ganham credibilidade frente aos públicos de interesse.

Por fim, o que se absorve da palestra é o fato de que não importa para que lado o profissional de comunicação vai apontar – cultural, corporativo, público etc. –, o sucesso vai vir sempre da ideia diferenciada junto com a capacitação. Acreditar no objetivo do meu/seu trabalho vai fazer com que cada passo dado, cada atitude tomada e cada informação passada transmitam a essência da comunicação e da relação entre as pessoas, assim como a Dialeto conseguiu fazer comigo me passando seu conceito de que “a identidade de um povo é construída a partir de sua história e da valorização de sua cultura, hábitos e forma de vida. Reconstruí-la é uma forma de nos levar às raízes, de entender a mistura das raças, credos e culturas que se fundem e se transformam, criando a cada dia novas formas de se relacionar e ver o mundo.

Sua grade curricular te agrada?

No último dia 15, a Faculdades Integradas Rio Branco contou com a presença do jornalista Ivan Moré, uma palestra descontraída, com vários momentos de interação, onde foi exposta sua experiência, e relato do caminho percorrido para chegar onde está. Contando que em muitos momentos deixou os estudos de lado para aventurar-se em possíveis experiências no mercado. Ivan revelou ser um péssimo aluno e fazer parte do famoso grupo do ‘’ fundão’’.

Abertas as perguntas foi questionado se o jornalista julgava importante o diploma. Para a suspeita de muitos, Ivan disse não ter uma opinião formada, pois conhece grandes jornalistas que não possuem o diploma e alguns que mesmo com o diploma não são jornalistas, expor sua insatisfação com a grade curricular, gerando um descontentamento de alguns presentes.

Na própria grade de Relações Públicas existem matérias que não agradam e chegam muitas vezes a ser questionadas o porquê de estarem lá. Uma grade curricular dificilmente irá agradar 100% e existirão aqueles que se questionará sobre a importância de determinadas matérias. Pode ser que não utilizem muitas destas, porém tudo conta como “bagagem”, tudo será levado como aprendizado.

Relações Públicas e a Semana da Comunicação

As Faculdades Integradas Rio Branco promoveram a sua 12ª semana de comunicação.

Esse evento ocorre anualmente em meados de maio e visa a integração e extensão do conhecimento dos alunos do curso de Comunicação Social.

Para palestrar são convidados profissionais de todas as áreas, Editoração, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Radio e TV e Relações Públicas.

A maioria dos cursos possui profissionais que trazem novidades e aspectos interessantes ao curso, contudo a ausência de conteúdo relevante para o curso de Relações Públicas é uma constância incomoda.

O curso é bem teórico e relativamente novo em comparação as demais disciplinas e é compreensível que seja mais difícil encontrar temas descontraídos e relevantes para esses futuros profissionais. Mas o tema sobre a WEB 2.0 que esta em alta não foi abordado e é uma ferramenta de Relações Públicas.

Profissionais que estudam e trabalham em Relações Públicas tem muito mais a dizer do que apenas quais são as oscilações do mercado de trabalho e que precisamos nos adaptar, os alunos de relações públicas querem saber quais são as técnicas mais adequadas para conquistar o mercado e como se tornar um líder dentro dele.

Os profissionais de Jornalismo possuem palestras de repórteres famosos discutindo a questão de seu diploma, mas os profissionais de relações públicas precisam entender sobre o debate do registro no Conrerp hoje exclusivo para Relações Públicas formados ser liberado para quem já atua na área, mesmo sem possuir um diploma.

Pelo menos nos três anos em que estou presente na semana de comunicação não consegui ver nenhum conteúdo que realmente fizesse a diferença ou me acrescentasse como profissional. Em um ano não houve um representante da profissão, no segundo o representante não conseguiu passar seu conhecimento de forma efetiva e este ano falou-se um pouco sobre o mercado de comunicação em geral, mas não focou em Relações Publicas.

O meu ponto aqui é, será que esse é o melhor panorama que podemos ter sobre o mercado de Rlações Publicas?

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Rede social se torna canal de ação que reuni públicos de interesse e destaca nome da organização

      A agência de publicidade J. Walter Thompson (JWT) do Brasil apostou na rede social Twitter para atrair seus diversos públicos de interesse e ainda deixar seu nome super comentado durante o período natalino de 2011. O criativos pensaram uma espécie de jukebox; esta tinha uma lista de músicas disponibilizadas no perfil do twitter da JWT que eram escolhidas durante o dia pelos seguidores. No fim do dia, as mais votadas eram tocadas no jardim do prédio da agência (localizada em São Paulo, na região da Av. Paulista) em meio a uma iluminação armada com mais de 80.000 lâmpadas. As canções eram tocadas durante uma hora, por todas a noites, desde o dia 6/12/2011 até o dia do Natal, dia 25/12/2011. Para essa hora, a JWT convidava a todos (funcionários e suas famílias, pedestres que passavam por lá no momento, seguidores e comerciantes locais), através de releases, divulgações na internet e até mesmo com a própria música, que enquanto tocava, chamava atenção, para curtir o clima natalino ao som de clássicos escolhidos pelos internautas.
       Essa foi uma ação diferenciada, sacada pelos criativos e abraçada pela empresa, que reuniu os públicos de interesse diretos e indiretos e manteve o buzz em torno do nome da agência. A associação de uma época mais feliz cidade São Paulo, encontro de alegria entre pessoas, decoração bonita e iluminada e o pedido apenas de presença e mais nada em troca, ilustra que: a criatividade aliada às outras utilidades das redes sociais - que não só identificação de reclamações, por exemplo - se torna também uma forma de investimento na perenização da imagem de uma organização.

Abaixo, veja uma amostrinha desse Natal: Merry JWTweetmas!!!



 Para assistir os outros vídeos acesse: http://www.merryjwtweetmas.com.br/

quinta-feira, 26 de abril de 2012

 Por que investir no Social Commerce?
 
       As organizações compreenderam a importância das mídias sociais e agora investem em uma nova maneira de oferecer seus produtos e serviços, fortalecendo sua imagem no mundo virtual. Esta tendência recebe o nome de Social Commerce. 

      O Social Commerce é uma aliança entre as redes sociais e o comércio eletrônico, que facilita o engajamento do consumidor e o relacionamento com a marca. Ocorre quando uma organização utiliza as redes sociais como uma loja virtual, permitindo que o conteúdo seja compartilhado, discutido e indicado para amigos de seus consumidores.

      Porque investir neste mercado? Segundo o Ibope NetRatings no Brasil existe em média 79,9 milhões de usuários na internet  e somos considerados o 5° país mais conectado.Outro fator importante é que somos potenciais compradores via internet, pois só em 2011 foram gastos R$ 18,7 Bilhões  em e-commerces.

      Além disso, quando um amigo recomenda um produto ou serviço, há maior poder de persuasão do que qualquer outro tipo de publicidade. Sendo assim quando uma empresa monta um Social Commerce no Facebook, por exemplo, suas ofertas poderão ser repassadas dentro de uma rede de amigos.

     Entre os benefícios que os internautas constataram nessa interação, destaca-se a economia de tempo, troca de experiências, redução do risco de uma compra inadequada e um relacionamento mais próximo com as marcas.

      Qualquer empreendedor consegue montar esse tipo de comércio digital, através de ferramentas e tutoriais oferecidos na internet com o passo-a-passo para montagem e alimentação de sua loja.


Veja dicas de criação de um social commerce:


terça-feira, 24 de abril de 2012

O poder das redes sociais nas atividades comerciais e institucionais

Facebook, Twitter, Messenger, Orkut, Linkedin, Hi5… É grande a lista das redes de relações virtuais que influenciam, direta ou indiretamente, muitas das atividades, decisões e, até mesmo, comportamentos daqueles que as utilizam.
Em definição, uma rede social on-line é uma página web em que se pode publicar um perfil público de si mesmo – com fotos e dados pessoais – e montar uma lista de amigos que também integram o mesmo site. Como em uma praça, um clube ou um bar, esse é o espaço no qual as pessoas trocam informações sobre as novidades cotidianas, mostram fotos, comentam vídeos, compartilham músicas e até descobrem novas oportunidades de trabalho. Tudo como as relações sociais devem ser, embora da forma impessoal e instantânea permitida por estas novas tecnologias.
Por sua vez, ao permitirem uma maior intensidade de relacionamentos, onde seus utilizadores operam como protagonistas ou expectadores das notícias veiculadas, seu avanço acaba por despertar uma série de interesses que atingem tanto as esferas comerciais quanto institucionais. Neste ponto, verifica-se que a freqüente atualização e monitoramento daquilo que se está a veicular sobre determinado produto, marca, profissional ou empresa, é hoje visto como um feedback da assimilação do mercado por parte da população. O conteúdo destas informações, publicadas pelos “internautas”, permite às empresas criarem estratégias de crescimento e novas oportunidades de atuação e desenvolvimento, estabelecendo diretrizes para sua popularização ou elitização através do viés do relacionamento interpessoal estabelecido nestas redes.
Potencializado pelo fácil acesso e pelas novas estratégias de vida do homem contemporâneo, a utilização das informações publicadas on-line estão diretamente relacionadas com o sucesso ou insucesso de produtos, marcas e empresas. Por isso, cada vez mais as diferentes instituições, sejam elas públicas ou privadas, se atentam no monitoramento das redes sociais visando seu desenvolvimento ou, não obstante, sua própria defesa, sob a pena de cair na “malha fina” do poderoso universo “World Wide Web”, de alcance global.

Para que serve o Adwords mesmo?




Pensando em um cenário em que as pessoas cada vez mais buscam a internet com forma de fonte de informação, principalmente antes de adquirir um produto e/ou serviço, as empresas estão cada vez mais voltando suas campanhas para a internet.
O Google Adwords é uma ferramenta de anúncios muito utilizada por sites de vários segmentos. Ela ajuda a melhorar a aceitação do site, como por exemplo, em numero de vendas e/ou cadastro, além de analisar o fluxo que ele possui diariamente.
Sua idéia consiste em anúncios em forma de links, expostos na busca do Google, de acordo com o CPC (custo por clique) pago, além da relevância que o anuncio possui para o assunto escolhido. 
Segue abaixo um tutorial simples sobre o funcionamento e os efeitos que o Adwords:


Como você pode ver esta não é apenas uma forma de aumentar a conversão de vendas do seu site, mas sim uma preciosa ferramenta para quem deseja ter um controle de seu negócio, além de aperfeiçoar suas praticas em anúncio web.

terça-feira, 20 de março de 2012

Mídias Sociais: Como lidar com críticas?


                           
  
O mundo corporativo esta voltando seus olhos para o cenário das mídias sociais ao perceber o espaço que estas ferramentas estão ocupando na mente de seus públicos. A aventura de algumas corporações se tornou um diferencial, fazendo com que as demais seguissem seus passos uma vez que perceberam a estratégia arriscada, mas assertiva.

As mídias sociais surgem como uma ferramenta que permite um relacionamento interativo dentro de uma rede de contatos, porém online. Tornara-se tanto um canal de comunicação com os públicos quanto uma forma de expressão para as marcas. Agora, quando uma organização se propõe a entrar em uma rede social está automaticamente aceitando o fato de que a qualquer momento poderá receber críticas de seus clientes.


A internet é incontrolável e tanto os comentários positivos ou negativos ali postados não possuem prazo de validade, e ficam abertos para consulta por tempo indeterminado. A web é um canal que permite ao consumidor conhecer e consultar através de opiniões e impressões de outros clientes a realidade oferecida pelas organizações. Vendo-se perdidas e mal instruídas para lidar com o problema.

Pesquisas mostram,o melhor a se fazer é formular uma resposta para cada caso em especifico, visando à satisfação do usuário e garantindo que sua imagem não seja prejudicada. È aconselhável que nenhum comentário seja apagado ou ignorado, pois mostra despreparo em lidar com criticas, que podem ser construtivas, pois um cliente que se propõe a reclamar é aquele que acredita que a organização tem potencial para melhorar.



Co-autora: Monique Sousa

As redes sociais podem mesmo ajudar no recrutamento de pessoal?

O uso de redes sociais para seleção de candidatos tem crescido cada vez mais.

Para um empreendedor, se as Redes Sociais Profissionais forem utilizadas corretamente podem facilitar o recrutamento de novos funcionários.

Uma em cada cinco empresas de tecnologia rejeita candidatos a vaga de emprego por causa do perfil em mídias sociais, de acordo com a pesquisa Eurocom Worldwide. Quando essas empresas percebem que o perfil do candidato não condiz com a empresa ele pode sim ser descartado antes mesmo de ser chamado para uma entrevista pessoal.

A consulta as redes sociais pode servir como uma espécie de triagem antes da entrevista pessoal ou como um conteúdo a mais na hora de decidir entre poucos candidatos.

“O homem do século 21 está aprendendo que cada ação deixa um incrível rastro digital. Nos próximos anos, muitos de nós seremos desafiados pelo que tornamos público em vários fóruns sociais hoje”, disse Mads Christensen.

Para a empresa mineira de recursos humanos, Collocare Consultoria e Gestão, a utilização das social medias para reconhecer um candidato é invadir sua privacidade “uma vez que colocamos quem queremos em nossas redes sociais e nenhum selecionador é, de antemão, nosso amiguinho para estar nelas.

De fato, hoje existem redes estritamente profissionais, como o LinkedIn, e redes mais pessoais, como o Facebook.

Do ponto de vista dos consultores da Collocare, do que interessa a um contratante seus churrascos em família ou as piadas trocadas entre amigos, se isso diz respeito a sua vida particular e não necessariamente afetará em seu desempenho profissional? Além do que, na internet você pode ser quem quiser!

E você, profissional? Sabe em quais redes sociais cabe cada conteúdo? Fique atento e entenda como cada ferramenta pode lhe servir e se adequar com a sua pretensão.


Co autora Marina Machado

O consumidor prefere a internet

A vida moderna, a familiaridade com as redes sociais e a correria do dia-a-dia têm sido os principais motivos para os consumidores buscarem na internet uma forma de contato com as empresas, seja para reclamações e queixas de produtos e serviços ou até mesmo para pedidos e solicitações.

Quando o consumidor expõe seu problema pelo Twitter, várias pessoas acompanham sua reclamação. Esta exposição acaba resultando numa imagem negativa da empresa, que pode ser revertida quando ela responde rapidamente o caso, dando o suporte necessário para o consumidor.

Hoje em dia, as organizações estão investindo cada vez mais no desenvolvimento de programas e modelos que facilitem a comunicação com seus públicos de interesse. As redes sociais são as mais novas “aliadas” das organizações no relacionamento com seus clientes.

Veja também:



terça-feira, 13 de março de 2012

Empresas se relacionam à moda web

Segundo estudo do Ibope/Nielsen, somando todos os ambientes de acesso (residências, trabalho, Lan houses, escolas etc) o Brasil possui 77,8 milhões de usuários de internet. Em setembro do ano de 2011, a pesquisa apontou que em média cada usuário passou 62 horas e 58 minutos conectado à web durante o mês, especialmente às mídias sociais.
            A partir desse contexto, refletimos: as organizações estão preparadas para trabalhar nesse cenário?
            Empresas como o Banco Bradesco, Ponto Frio e Tecnisa, utilizam a rede social Twitter como ferramenta de relacionamento com seus públicos de interesse. Através dos comentários que aparecem por lá elas conseguem aproximar os clientes, aumentar a fidelidade à marca e reforçam a credibilidade de suas imagens, pois a rede possibilita resoluções mais rápidas de problemas – reportagem da Folha mostra que redes sociais são mais eficientes que o PROCON -, a divulgação de vantagens e promoções etc.
Como estudantes de RP e participantes / testemunhas do fenômeno em que as mídias sociais se transformaram, fica a dica para as que as empresas e os profissionais de comunicação se atentem a essa movimentação.